Neste ano, o Estado vai pagar R$ 2 bilhões em precatórios, de acordo com a Secretaria da Fazenda. Desse total, que será destinado para precatórios alimentares e não alimentares, metade será paga primeiro para os precatórios de menor valor (a liberação será por ordem crescente e sairá antes para quem aguarda dívidas menores).

A outra metade da grana será por ordem cronológica dos precatórios, conforme exige a lei. Assim, quanto mais antiga a ação na Justiça, mais rápido é o pagamento.

Nessa fila, os precatórios alimentares terão prioridade, além de idosos e quem tem doença grave. Cerca de 500 mil credores alimentares aguardam o pagamento do Estado há mais de 11 anos.

fonte: Luciana Lazarini do Agora